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Maquininha: a hora de vender sem ela no seu negócio

Descubra quando sua maquininha de cartão atrapalha seu negócio. Veja como vender mais fácil, com menos taxas e sem complicações no dia a dia. Saiba a hora de…

Equipe Junne · 7 min de leitura
Um dono de negócio pequeno pondera entre uma maquininha de cartão e um smartphone com uma solução de pagamento digital no balcão.

A maquininha de cartão pisca no seu balcão. Já virou parte da paisagem, né? O cliente chega, escolhe, e na hora de pagar, você já sabe o caminho. Mas no fim do mês, quando você puxa o extrato, a conta não fecha. As taxas, o aluguel, o dinheiro que demora pra cair… Você sente que uma parte do seu suor fica pelo caminho.

E quando a internet cai bem na hora do movimento? Ou a maquininha do entregador dá problema na porta do cliente? Venda perdida. Cliente frustrado. Prejuízo no seu bolso. É nessas horas que a gente se pergunta: será que ainda preciso dela?

Resumo em 30 segundos

  • Custos escondidos: O custo da maquininha vai além da taxa por venda. Tem aluguel, taxa de antecipação e manutenção que pesam no fim do mês.
  • Venda não é só no balcão: Se você vende por delivery, WhatsApp ou redes sociais, a maquininha pode mais atrapalhar do que ajudar.
  • Alternativas existem: Link de pagamento e vitrine online são jeitos práticos de receber por Pix e cartão sem precisar de um aparelho físico.
  • A hora de mudar: Quando os custos e as falhas da maquininha começam a dar mais dor de cabeça do que solução, é sinal de que vale a pena olhar para outras opções.

Quanto custa de verdade a sua maquininha?

Você provavelmente sabe a taxa que paga no débito e no crédito. Mas o custo real da maquininha é uma soma de várias pequenas contas que, juntas, fazem um estrago.

Pense comigo:

  • O aluguel: Muitos planos cobram uma mensalidade só para você ter o aparelho aí no seu negócio. Chova ou faça sol, vendendo muito ou pouco, a conta chega.
  • As taxas por venda: Essa é a mais famosa. Uma parte de cada venda fica com a empresa da maquininha. No débito é uma coisa, no crédito à vista é outra, no parcelado é uma facada ainda maior.
  • A antecipação: Vendeu parcelado em 3 vezes? O dinheiro só vai cair completo na sua conta em 90 dias. Se precisar dele pra ontem para pagar um fornecedor, você paga mais uma taxa, a de antecipação. É pagar pra receber o seu próprio dinheiro antes.

Vamos fazer uma conta de padaria, que é a que importa.

Exemplo prático de uma pizzaria

Imagine que você vendeu uma pizza de R$ 60 no crédito à vista. Não vai cair R$ 60 na sua conta. Dependendo da sua taxa, pode cair R$ 57, por exemplo. Agora, imagine que o cliente parcelou em duas vezes. Pra você receber esses R$ 60 de uma vez, talvez precise abrir mão de R$ 6 ou mais.

Multiplique isso por todas as vendas do mês. Some o aluguel da maquininha. No fim das contas, centenas de reais que poderiam ser seu lucro ou reinvestimento simplesmente somem.

E quando a maquininha te deixa na mão?

Pior do que o custo é a venda que você perde. A maquininha é uma tecnologia que depende de muitas coisas para funcionar: sinal de celular, internet, bateria, o próprio aparelho… E quando uma delas falha?

Você já deve ter passado por isso:

  • "Sistema fora do ar": O cliente com o cartão na mão, a maquininha pensando, pensando... e nada. Você pede pra ele tentar o Pix, mas nem todo mundo tem saldo na hora.
  • A maquininha do motoboy: Seu entregador chega na casa do cliente e a maquininha não pega sinal. Ou a bateria acabou no meio da rota. Ele tem que ligar pra você, o cliente fica esperando, uma confusão. Às vezes, o cliente até desiste do pedido.
  • Problemas com o cartão: "Cartão não autorizado". O cliente jura que tem limite. Ele tenta outro. O problema é na maquininha, mas o constrangimento fica.

Toda vez que isso acontece, não é só uma venda que você perde. Você perde a confiança do cliente e gasta um tempo precioso que poderia estar usando para atender outra pessoa.

Vender sem maquininha é só com Pix?

Muita gente pensa que abandonar a maquininha é se limitar a receber só em dinheiro ou Pix. Mas não é bem assim. O Pix é ótimo, o dinheiro cai na hora e não tem taxa pro seu negócio, mas você não pode depender só dele.

E quem quer pagar com cartão de crédito pra usar o limite? E quem precisa parcelar uma compra um pouco maior, como uma cesta básica no seu mercadinho ou um tratamento mais longo no seu pet shop?

Vender sem maquininha hoje significa usar a internet a seu favor. As duas principais formas são:

  • Link de pagamento: Você gera um link com o valor exato da compra e manda para o cliente pelo WhatsApp ou outra rede social. Ele abre, preenche os dados do cartão (ou escolhe Pix) e paga. Simples assim. É perfeito para vendas a distância, por telefone ou para o seu delivery. O entregador só leva o produto, sem se preocupar com maquininha e troco.

  • Vitrine online: É como ter seu próprio cardápio ou catálogo na internet. O cliente entra, escolhe os produtos, coloca no carrinho e paga por ali mesmo. É o seu negócio aberto 24 horas por dia, recebendo pedidos mesmo quando você está dormindo. É ideal para quem quer organizar os pedidos que chegam pelo WhatsApp e ter uma cara mais profissional.

Essas opções dão liberdade para o seu cliente pagar como quiser e para você vender de onde estiver, sem depender de um aparelho físico.

Como começar a vender sem maquininha passo a passo

Parece complicado, mas é mais simples do que configurar uma maquininha nova.

  1. Escolha uma plataforma: Você vai precisar de uma ferramenta que crie os links de pagamento e a sua vitrine online. Pesquise por opções que não cobrem mensalidade para começar e que sejam fáceis de usar no celular.
  2. Cadastre seus produtos: Se for usar uma vitrine online, tire um tempinho para cadastrar seus principais produtos com nome, foto e preço. Pense nela como sua prateleira na internet.
  3. Avise seus clientes: Coloque um aviso no balcão, no status do WhatsApp, no Instagram. "Ei, agora você pode pedir e pagar online!". Explique as novas facilidades.
  4. Treine sua equipe (se tiver): Mostre para quem te ajuda como é fácil gerar um link de pagamento ou como o pedido da vitrine online chega pronto para ser separado. O processo tem que estar na ponta da língua.
  5. Faça um teste: Peça para um amigo ou parente fazer uma compra de teste. Veja como é a experiência do cliente e como a sua gestão do pedido funciona na prática.

Será que é a hora certa para o seu negócio?

A maquininha ainda pode fazer sentido para alguns negócios. Mas se você se identificar com as perguntas abaixo, talvez seja o momento de repensar.

  • Você vende muito por delivery, WhatsApp ou telefone?
  • As taxas da sua maquininha parecem altas demais pelo que ela oferece?
  • Você já perdeu vendas porque a maquininha falhou, ficou sem bateria ou sem sinal?
  • Você quer oferecer parcelamento, mas as taxas de antecipação te desanimam?
  • Seus clientes já perguntam se tem como pagar online antes de o entregador chegar?

Se você respondeu "sim" para duas ou mais perguntas, está na hora de, no mínimo, testar uma alternativa. Você não precisa jogar sua maquininha fora amanhã. Comece oferecendo o link de pagamento como uma opção. Veja a aceitação dos clientes e sinta no bolso a diferença no fim do mês.

Vender sem maquininha é sobre ter mais controle, menos custos e mais canais de venda. É usar a tecnologia que já está no seu bolso, o celular, para fazer seu negócio crescer sem ficar preso a taxas e aparelhos.

Ferramentas como o Junne foram criadas para o pequeno negócio que precisa dessa agilidade. Com ele, você cria sua vitrine online e gera links de pagamento para vender por Pix ou cartão, sem mensalidade, com uma taxa de no máximo R$ 1,99 por pedido. Você organiza suas vendas e entrega mais facilidade para o seu cliente, tudo direto do seu celular.

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